quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

O silêncio que mata.

A violência contra a mulher não é um problema privado. É uma ferida que sangra na sociedade toda vez que o silêncio vence a justiça. Cada agressão ignorada, cada denúncia calada, reforça uma cultura de impunidade e perpetua o sofrimento. Não importa idade, classe social ou origem, a violência de gênero deixa marcas profundas, físicas e emocionais, e seu impacto ultrapassa o espaço doméstico. Quando o grupo se cala, permite que essa dor continue existindo, tornando-se um problema coletivo que afeta a todos. Combater essa violência é responsabilidade de cada pessoa. É ouvir, acolher, agir e transformar o medo em coragem e a injustiça em proteção. Cada atitude de enfrentamento ajuda a fechar uma ferida social que insiste em enfraquecer. Não podemos mais permitir que o silêncio mate. Proteger as mulheres é salvaguardar a integração social inteira.

 

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